Alzheimer

abraz

Oi amigas….

     Hoje, 21 de setembro é Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer, e Setembro é considerado o Mês Mundial da Doença de Alzheimer.

     Para cuidar, precisamos reconhecer, enfrentar e aceitar a doença e, para tanto, desmistificá-la, lembrando não apenas que ela existe, mas que as pessoas que convivem com ela precisam de ajuda, apoio e orientação. Vamos nos informar sobre esta doença:

     A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.

     A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família. O SUS disponibiliza vários medicamentos capazes de retardar o processo da doença de Alzheimer e minimizar os distúrbios de humor e comportamento que surgem? O objetivo do tratamento medicamentoso é propiciar a estabilização do comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária. Para ter acesso às medicações existem algumas normas e procedimentos a seguir.

     Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.

     Não se sabe por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral.

     Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.

     As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.

     Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.

     Sabemos a dificuldade em se lhe dar com os pacientes, e como é uma árdua tarefa tarefa para os familiares, que na maioria dos casos, se tornam cuidadores, para melhor aceitação e forma de lhe dar com este mal, que já foi considerado o mal do século, podemos contar com a ABRAz, uma associação que tem como prioridade divulgar a Doença de Alzheimer e contribuir para o constante investimento no tratamento de pacientes e apoio aos familiares-cuidadores. Anualmente promove ações em todo o país, ao longo do mês de setembro, com especial destaque para o dia 21, Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer.

     Este ano não será diferente e já existe uma programação para este mês!!!

     Fonte: ABRAz

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